O Efeito Pokémon

Diferente do efeito borboleta, o efeito pokémon só tem esse nome porque eu só consegui fazer uma analogia boa com o jogo e tenho toda a certeza que esse efeito já foi discutido por outros e deve ter um nome muito melhor.
Eu sou um grande fã da serie pokémon, tanto dos jogos quanto do anime, porém esse ultimo perdi o interesse pela temática infantil e boba. Apesar do jogo estar intimamente ligado ao anime, não posso dizer que ele é infantil, mas sim “casual”, para aqueles momentos de tédio – tanto que todos da serie foram lançados para os videogames portáteis da nintendo, mais casual que isso impossível.
É um RPG(Role Play Game) em que você encarna um garotinho de 8~10 anos – aparentemente no Japão isso significa maior de 20 – que saí mundo afora na jornada de se tornar o mestre pokémon e ser dos mestres o melhor tchururu tchu tchuru pokemon johto(8). Pra isso é necessário que você capture, evolua e monte seu time de monstrinhos de bolso e derrote os líderes dos ginásios, conquistando 8 insígnias para liberar sua passagem no torneio contra a Liga dos 4 melhores mestres pokémons.
Acho que deu pra sacar o quanto sou fã, né? (Se não sacou ainda, veja esse post aqui)
Mas então…. Aonde tá o efeito?
Pois bem, expliquei-me-ei-vos-lhe:
Apesar de gostar muito dos jogos, uma coisa muito estranha me acontece, geralmente lá pelos 2 últimos ginásios, onde meu interesse de terminar aquela aventura desaparece – da mesma forma quando você ta morrendo de fome e vai para um Burguer King da vida e pede o maior lanche possível e meia hora depois não aguenta ouvir a palavra “comida”, mas aí ao voltar pro carro você passa em frente à um daqueles quiosques do MC Donalds que vende sorvete, compra 1 casquinha mista e ao dar a primeira lambida a sua barriga te lembra do stacker triplo com dobro de cheddar e bacon e toda sua vontade de terminar aquele sorvete some.
Acabei de explicar uma analogia fazendo uma analogia. Preciso muito de aulas de redação.
Só pra resumir o efeito pokémon: é quando você se empolga muito com um projeto que completa-lo vai te deixar feliz, mas justo quando a coisa aperta e começa a aparecer dificuldades e dúvidas no meio do processo, o desanimo e a preguiça vem e te derruba, te faz adiar ou até desistir da conclusão, por mais que o projeto já esteja praticamente completo.
Assim como acontece comigo no pokemon, onde o desinteresse aparece bem no momento em que é preciso uma maior dedicação pra evoluir os bichos e enfrentar os adversários mais poderosos, me fazendo adiar por um bom tempo o término do jogo.
Esse efeito talvez seja um rumo natural que todo projeto segue e que talvez seja ótimo passar por isso pois são nesses momentos que avaliamos se realmente vale a pena passar por tudo aquilo só pelo resultado final ou se ir por outro caminho que leve à um final totalmente diferente seja a melhor opção.
Trazendo de volta à analogia: será que derrotar a Elite dos 4 só pra ter o nome no Hall da Fama dos Mestres Pokemons é tao importante assim ou seria melhor eu mudar pro Chrono Trigger pra salvar o mundo da destruição do Lavos?

A propósito, eu mudei pro Chrono Trigger, mas não abandonei meu Charizard.

Meu computador pifou!

Me lembro que desde quando era um pequeno humano, mamãe e papai se preocupavam com a minha saúde. Por terem vivenciado experiências com parentes e amigos ao longo da vida, sempre me alertavam para o perigo das drogas e da dependência química.
O engraçado é que, apesar de entender o mal desgraçado que drogas fazem, não compreendia como um humano deixa de viver somente pela falta de uma substância tão nociva… Até hoje…
Dia 25 de Março de 2014 foi o dia em que eu consegui sacar o significado da palavra dependência em toda sua plenitude e complexidade. Não porque eu sou usuário de drogas e fiquei sem dinheiro, mas sim porque minha placa de rede pifou. ;-;
“Placa de rede” subs e adj ¹aquela paradinha que conecta o seu computador à internet. Fica localizada na Placa Mãe.
“Placa Mãe” subs ¹É o que rege o funcionamento do seu computador.
Então, basicamente, eu fiquei sem internet, o que já me deixa com umas crises de abstinência absurdas, mas que eram resolvidas com o entretenimento que meu computador oferecia sem conexão nenhuma. O problema é que agora eu estou sem meu computador também.
Você ai na sua casa lendo isso deve estar pensando “aff mano para de reclamar, vai viver, sai dai e vai pro mundo, conhecer pessoas novas e tals”. E eu aqui já prontamente te respondo “se você fosse tão diferente de mim, não estaria agora na internet lendo isso aqui” e emendo com uma explicação da minha dependência, analisando alguns pontos fortes:
1 – Eu moro numa edícula, no fundo fica a minha casa, na frente a loja onde meu pai e eu trabalhamos. Por algum motivo, em que cientistas estão estudando para descobrir a razão, colocamos o meu computador como servidor do programa da loja, ou seja, sem meu computador a gente não faz venda, basicamente.
Pra falar a verdade esse é o único ponto forte que tenho, os outros envolvem procrastinação – sempre quis usar essa palavra – e futilidades.
O ponto que eu quero chegar aqui é: meu deus do céu! como nós estamos tão dependentes de certas máquinas a ponto de não vivermos sem elas – eu poderia mandar aqui uma piada sobre um cara em coma depender de aparelhos pra viver literalmente, mas acho melhor não.
Quer fazer um teste? Imagina se o seu computador der um curto, ou se o motor do carro fundir. Calcule quantas merdas daria na sua vida.
Eu poderia falar também sobre como estamos tão inseridos no mercado de tecnologias e zás e zás que nem nos damos conta dos problemas que isso nos trás, – e dos problemas que resolvemos facilmente com a tecnologia – mas isso é assunto pra outro dia.

Onde você quer estar daqui a 10 anos?

*ATENÇÃO! Você está prestes a ler um texto super datado. Caso esteja uns… vamos ver… sei la, 30 anos no futuro? É, 30 parece um número bom… Caso esteja lendo isso 30 anos no futuro, peço que faça algumas alterações para adapta-lo à sua época. E me responde uma coisa: Em 2044 a gente já tem teletransporte ou ja visitou algum outro plan… aah deixa quieto, vamos ao texto*

  Você chega no hotel indicado pelo anuncio que viu na internet, pega um papel do bolso e mostra ao recepcionista, que te indica o caminho para o salão de eventos. Caminhando lentamente para não perder os sinais na parede apontando para o lugar exato, você repara que o corredor semi escuro começa a clarear logo a sua frente, surgindo uma porta dupla aberta logo a sua frente, com um cartaz num tripé com os dizeres “Dinâmica de Grupo com Dr. Arantes – Sobre suas aspirações futuras”. Convicto de que aquele é o lugar certo, você da passos tímidos até entrar no recinto e tomar um lugar pra si, ao lado de várias outras pessoas, sentadas em cadeiras de plástico branca, em forma de circulo. Após todos os participantes se sentarem, um lugar vago sobra até o tal Dr. Arantes toma-lo como seu e já se adiantando, começa:
– Oi pessoal, eu sou o Dr. Arantes! – diz ele fazendo uma pausa para a resposta, que surge logo em seguida.
– Oi Dr. Arantes… – Alguns menos tímidos respondem com empolgação.
– Bom, vejo que temos vários aqui vários jovens, alguns bem vestidos, arrisco dizer que a maioria é empresário, certo? Primeiro de tudo quero perguntar algo importante para vocês: Onde quer estar daqui 10 anos?

  Alguma vez na vida, tenho certeza absoluta, que você pensou sobre isso. “Onde estarei daqui 10 anos? Será que vou realizar meu sonho de vender coxinha de peito de peru em Wall Street? Será que vou continuar gostando da Jandira? Quero morar numa casa bem legal e confortável! Será que vou ter filhos?”. Questionamentos que todos tem, preocupações que todos tem, mas que nunca vão se realizar da forma como imaginamos. JAMAIS!

  Quer fazer um teste, vamos fazer um exercício aqui, quero te perguntar algo muito importante: Onde você estava 10 anos atrás?

  Parece meio bobo perguntar. Eu, por exemplo, era uma criança de 8 pra 9 anos, provavelmente estaria deitado na cama, tentando dormir, mas não conseguindo por estar muito ansioso para o feriado de carnaval e porque provavelmente seria semana de provas, o que sempre me deixava bolado. Não me lembro o que queria fazer da vida, só que gostava muito de livros e de gibis, o que levo até hoje, mas tenho certeza de que não era isso que eu imaginava pra daqui 10 anos. Não tinha ideia que estaria em outra cidade, noutra casa, morando com meu pai apenas, trabalhando com ele na loja que abrimos, procurando o que fazer da vida porque não pensei sobre isso no passado.

  10 anos é ao mesmo tempo muito e pouco tempo.

  10 anos atrás foi em 2004. 10 anos desde:

– A criação do Orkut e Facebook
– Estréia de Lost
– Furacão Catrina
– Lançamento do Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban
– O fim da novela “Celebridade”
– Lançamento de The Sims 2 e GTA San Andreas
– Lançamento do filme do Bob Esponja
– Lançamento dos portáteis da Sny (PSP) e da Nintendo (NintendoDS)
– Reeleição de Bush
– Olimpíadas de Atenas
– O irlandês maluco impedindo o Vanderlei Cordeiro de ultrapassar a linha de chegada
– Morte do zagueiro do São Caetano em campo
– 10 anos da morte do Senna (esse ano fazem 20)
– Descobrimento de um décimo planeta no sistema que ninguém nunca mais ouviu falar
– Lançamento do Gmail
– Morte de Leonel Brizola
– e dentre muitos outros casos e acasos, acidentes, mortes, descobertas, conquistas e tudo mais, destaco aqui o casamento entre Angelica e Hulk. Porque? Bom, porque sim oras.

  Após essa pequena pesquisa no Wikipedia e no Terra, fiquei chocado com o quão rápido alguns desses fatos passaram – e em como eu não me lembrava e não me importava com certas coisas. 

  Então, onde você do passado “queria ter estado” ha 10 anos no futuro?. Não importa onde esteja, ou que vai estar fazendo, será completamente diferente e com outras ambições para alcançar. O tempo terá passado tão veloz quanto já passou e você ficará tão impressionado – ou pelo menos ficar “caramba, olhai isso aconteceu faz mó tempo e nem parece” – quanto ficou quando leu alguns daqueles acontecimentos ali em cima /\

  Concluindo: “A vida passa rápido demais; e se você não parar de vez em quando para vive-la, acaba perdendo seu tempo”. A frase não tem quase nada a ver com o tema, mas foi o Ferris Bueller de Curtindo a Vida Adoidado que disse. Deve tá  certo então!

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*E é aqui que vem o plot twist e voce entende por que eu coloquei a foto do Ferris como capa do post*

Uma experiência social envolvendo Pokemon!

“Essa tal de internete é mesmo porreta” – Seu tio avô depois de descobrir que pode achar de tudo na internet. E eu, depois de descobrir que organizaram uma das maiores experiências sociais, utilizando um jogo simples em conjunto com um site de transmissões ao vivo.

TwitchPlaysPokemon é um projeto de alguém muito desocupado com o intuito de juntar outras pessoas desocupadas numa causa nobre: Zerar Pokemon Red. Usando o site TwitchTV, que possibilita qualquer pessoa transmitir um gameplay ao vivo, com chat para interações sociais ao lado da tela e um programa que emula jogos do antigo Game Boy, o TPP juntou mais de 90 mil malucos em torno de todo o globo terrestre para controlar apenas 1 personagem.

Mas como funciona isso? Bom, o que os caras fizeram foi modificar o emulador para que aceitasse alguns comandos que eram dados no chat da transmissão, sendo assim, quando Robertosvaldo comentasse “up”, o personagem ia para cima. Quando Anandávia cometasse “start”, o jogo iria para o menu de opções e por ai vai.

E onde ta a graça e a experiência nisso? Como disse anteriormente, são 90 mil pessoas assistindo e ordenando comandos, sendo que todas elas tem um objetivo comum que seria terminar o jogo… SERIA se todos os humanos tivessem um senso comum mundial e não divergissem em suas opiniões.

Ver o personagem ficar todo indeciso se continua na rota rumo a próxima cidade, encarar os próximos objetivos, ou se vai treinar seu grupo de Pokemons, antes de qualquer outra coisa, é hilário, já que ele praticamente não sai do lugar, só fica dando voltas sem ir para nenhum dos 2 lugares. E por mais que pareça que isso não leve a lugar nenhum, os caras incrivelmente passaram de 4 ginásios em 4 dias de jogos.

Para dar uma animada na experiência, os desenvolvedores criaram um novo comando que altera a forma de movimentação do personagem, trocando entre o modo “Anarquia”, que seria o modo original onde o protagonista obedece a todos e fica andando por ai sem ir quase lugar nenhum. E o modo “Democracia” em que o comando que tenha 100 votos, ou esteja em primeiro dos mais votados nos próximos 15 segundos, é o que será realizado no jogo.

Assim dá para definir, basicamente, os modos como:
-Anarquia: Modo hilário, onde o personagem vai fazer as maiores merdas e cagadas inimagináveis.
-Democracia: O único modo de terminar o jogo, porém, chato.

Para alternar entre cada modo, existe uma votação dos participantes. Se 75% das pessoas digitarem “Democracy” no chat da stream, altera para Democracia, se digitarem “Anarchy” altera para Anarquia. Essa disputa de partidos é intensa no jogo e fica alterando frequentemente desde que foi implantada

A criação dessa votação foi necessária após um ocorrido legal de se analisar: Em um dos prédios de uma cidade qualquer, existe um pequeno desafio, onde o protagonista deve passar por um labirinto de esteiras rolantes, sendo que um passo em falso te leva de volta pro começo. Seria impossível passar se cada um dos 90 mil desse uma opinião diferente de caminhos para seguir, foi ai que surgiu a possibilidade de escolher “Democracy”. Depois de mais de 12 horas preso nesse desafio, a galera escolheu outra forma de movimentação e achou a solução em menos de 2 horas. Para comemorar, voltaram pro “Anarchy” =D e nunca mais saíram do lugar.

Perceba que uma sociedade já foi se formando em tão pouco tempo. Antes de terem um sistema politico, algumas divindades e personalidades famosas já haviam sido criadas.

Dois dos melhores pokemons, o “JLVWNNOOOO” (carinhosamente apelidado de Jay Leno) e “ABBBBBBK (” (gentilmente chamado de Abby), respectivamente um Rattata e um FUCKING CHARIZARD foi deletados sem querem, causando uma grande comoção. Restando apenas um Pidgeotto, num nível consideravelmente alto aos que restaram. Depois de uma das batalhas, ele evoluiu para Pidgeot e virou a única esperança de terminarem o jogo, sendo nomeado automaticamente como “Jesus Bird”, o pássaro que veio trazer a salvação àquele mundo perdido.

Um item chamado “Helix Fossil”, que era sempre usado quando o menu de itens era aberto, foi nomeado como um deus, já que a atitude de usa-lo foi representada como o protagonista pedindo conselhos e orando para Ele.

[Pequeno Update] Depois de um dia com o sistema de votação, o jogou passou a ser totalmente irrelevante e o eleger uma forma de movimentação passou a ser o centro das atenções. Talvez porque ali ou é um ou é outro, suas escolhas são mais visíveis, te tornando mais “influente” naquele mundinho.

Bem acho que já deu pra entender né!

A experiência aqui serve pra mostrar como instintivamente criamos uma sociedade, toda estruturada, com personalidades maiores que nós, dentro de um sistema politico que nos agrade e que nos dê voz! Como naturalmente discordaremos uns dos outros, não porque não gostamos daquelas pessoas, nem as conhecemos, só sabemos o nick internético delas, mas sim porque queremos defender nossa opinião à todo custo, sem ceder!

Se não entendeu nada do que eu expliquei dos sistemas, dê uma olhada na transmissão, é bem bacana: TwitchPlaysPokemon

[Update] Se quiser um resumo do que aconteceu, aqui tem um video

Se quiser ver um post com atualizações resumidas: veja o do Izzy Nobre, que foi aonde conheci essa maravilha, e me inspirou a escrever aqui.

Se não entendeu nada do que eu expliquei sobre tudo e não conhece pokemon: Sinto muito =’C

RIP JAY LENO E ABBY

jlvwno-abk

Tim!

Ahn.. Oi.. eh… Olá! Tudo bem com você? aah que bom, que bom, tudo ótimo aqui também, já te poupando o trabalho de perguntar. Pois bem como vai a vi.. bom, deixemos de papo furado e vamos logo ao assunto, pois é por isso que você clicou aqui, não é hahaha… não é?? Se não foi, perdão. Bom, meu nome é Pedro e muito tempo atrás, quando a vida era menos corrida, umas 2 semanas mais ou menos, eu havia postado um ultimo post neste blog. Devido à recentes ~previstos~ eu deixei a minha posição de escritor e guardei meu caderno de tela LED e 27 polegas, junto com a minha caneta preta cheia de letrinhas ,uma do lado da outra no padrão “QWERTY”, dentro de uma gaveta até um dia em que eu tivesse algo legal para escrever.

   Bem… esse dia chegou e pelo meus cálculos é hoje, confere produção? -sim, confere- Okay, confirmado então, aqui vai:

   Um dia navegando pela grande rede mundial  de computadores, vasculhando cantos empoeirados do YouTube, onde só o mais expert ~diarista~ da internet ousa entrar, me deparei com este moço da foto a seguir, numa thumbnail (ou miniatura de video ou pré-visualização de video ou a “fotinha que mostra o que tem no video”):

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   Seguido com “Tim Minchin sing…” ou algo parecido no titulo, meu medidor de preconceito apitou(referências e/ou piadas com o “sensor de piriguete” estão proibídas) e eu falei: aaaaah esses artistas indie hippie, tocador de ukelêlê e gaita de fole, com uma letra sobre o abandono, tristeza e saudade daquela megera destruidora de corações…. essa música deve ser uma bosta, vou clicar pra ver (porque é assim que você age perante algo que não gosta, você vê pra criticar ainda mais =D).

————————————Encurtando a história————————————

   Depois de ouvir algumas músicas e rir PARA CARALHO, entendi a ironia da sua aparência, das letras e até do seu estilo musical. Recheado com um leve toque de Humor Negro, descrença sobre qualquer mito e religião, e boa composição, Tim Michin fala tudo aquilo que eu gostaria de falar, mas que por causa de familiares me vigiando e com a ameaça de cancelarem minha Nickelodeon caso eu fale alguma besteira, não posso nem ao menos escrever ;-; 

  Por fim por fim por fim aqui vai alguns videos dele:

  *não se esqueça de ligar a legenda no Youtube se ainda não estiver*

“Penso, logo estou errado”

*Antes de mais nada, apesar do título, eu não vim aqui para falar que pensar te deixa infeliz e a ignorância é uma benção, não! Só fiz isso pra chamar sua atenção, tipo marketing negativo mesmo*

AAAAAH as férias. Férias, férias, férias. Aquele momento que pra você que trabalha, não te satisfaz; pra você que estuda, nada faz; e pra você que não faz nada, tanto faz. Aquela parte do ano que você chega da casa da praia que a tia vó do concunhado do irmão da tia Cotinha, que te pegou no colo quando era criança e vai exigir um convite do seu casamento, vai pra frente de espelho, mesmo que isso não faça sentido, e fica tentando olhar para suas costas, descascando a pele queimada no dia que estava nublado, mas que você não sabia da presença do mormaço. Aquele momento do ano que não existiu pra mim e que tento recompensar na época de festas, sem fazer nada, só comendo o quanto posso e sem escrever para esta mídia que estas a ler.

Época de festa de fim de ano, promessas que ninguém vai cumprir, “renovações” para esta vida medíocre e bizarra e é tempo de pensar sobre a vida, o universo e tudo mais.

Eis que, vagueando por esta terra de infelizes, haters e imagens de animais fofinhos, chamada internet, encontro este video que comenta alguns momentos da história da Terra e um pouco mais antes dela. Passando do segundo que está lendo isso e voltando aos acontecimentos da década, como a invenção dos smart phones, a terceira guerra do Iraque e talvez o que mais chocou e marcou, ONZE DE SETEMBRO.

Passando por todos esses momentos que mais nos influenciaram ultimamente como se fosse nada além de uma virgula na Bíblia, o video analisa todo o século 20, a Guerras Mundiais e Fria, bomba atômica e corrida espacial só para novamente dizer que isso que achamos tão chocante, não passa de um cisco na história da humanidade e que só foi possível por causa da “Era da Não Escrita” que os historiadores não consideram como história por não apresentar relatos oficiais, digamos assim, do que se passou – apesar de sabermos que foi nessa época que começaram os métodos da agricultura, que iniciou as pequenas comunidades, agrupamentos e por ai vai.

Pois bem, após retornar até o inicio do Planeta Terra, do Sol e pouquinho mais até o questionamento de como o universo surgiu, o video avança!

Avança para os acontecimentos futuros como a destruição da Terra, o Sol aumentando seu tamanho e depois se consumindo, a destruição dos planetas em volta dele, a morte e extinção das estrelas (já que nenhuma estrela nasce, só a existentes que morrem), a vaporização dos últimos buracos e negros e por conseguinte o fim do universo.

O fim do universo…. você já parou para pensar que um dia, daqui quackilhões de anos, aquilo que nos circunda, essa imensidão lotada de matéria negra desconhecida pelo homem, cheia de mistérios inexplorados, com uma extensão infinita, vai deixar de existir.

Aquilo que deveria nos dar uma pista de quem somos, porque estamos aqui, quem nos criou, se fomos criados por alguém em especifico, que deveria ter a resposta para tudo aquilo que nos perguntamos, vai simplesmente PUF deixar de existir.

O que me leva questionar se a existência de tudo e um pouco mais não passa de um mero acidente da mãe natureza, ou se a própria mãe natureza não é um mero acidente daquilo que deveria nos controlar, seja deus, Deus, acaso ou o Grande Macarrão Voador.

Para tentar explicar melhor minha epifania madrugal, vou chamar esta intervenção milagrosa de “Carlinhos”:

Imagine que Carlinhos tem uma caixa de areia chamada Espaço Preto Infinito e que ali ele se diverte de montão, pegando grandes bolas de pedras e metais e choca umas com as outras. Um dis então, brincando como de costume, Carlinhos pega suas 2 maiores bolinhas de gude de componentes físicos e as faz se encontrarem de frente com uma velocidade e força incrivelmente alta. Óbvio que deu merda, ele sem querer criou o universo que desencadeou muitos outros acontecimentos, como uma bola de neve de merda na vida de Carlinhos, que desde então tenta limpar a bagunça que fez, destruindo tudo o que se originou da primeira explosão.

O ponto que eu quero chegar é: Se tudo um dia morre, deixa de existir, vai pro escambau, puf desaparece, desencarna, sai do mapa, passa a faca, fatia e passa, escafedesse, deixa de existir, quer dizer então que a existência está errada! Não era para acontecer, foi um acidente e tem alguém usando todos os artifícios possíveis para consertar – E conseguiram, apesar de levar ai alguns etceteralhões de anos para concluir.

A vida não passa de um engano que estão querendo apagar

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Run Forrest, Run

Você ja assistiu Forrest Gump? Eu espero que sim, é um daqueles filmes obrigatórios para ver antes de morrer – ou virar um velho chato que só assisti o “Vale a pena ver de novo”. Se já viu, vale a pena ver de novo nesse fim de semana, mas se não, fecha isso agora e alugue (pode ser na Baía dos Piratas, ninguém aqui vai te julgar) urgentemente!

O filme conta a história do Forrest (Gump), que é um contador de histórias, desde sua infância até os seus 40~50 anos, mostrando todas as etapas e descobertas da vida, participando dos eventos mais importantes dos Estados Unidos, na metade do século XX, como conheceu grandes personalidades da época e influenciou o mercado. Falando desse jeito parece um filme meio chato, mas é muito bom, com interpretações discutidas até hoje no forum da uol, diversão do inicio ao fim com essa turminha malandra.

Uma das cenas mais marcantes para o filme é naquela em que o Forrest está com a Jenny (a alma gemea dele), quando crianças, e uns pestinhas aparecem para atazanar a vida dessa molecada do barulho, – na verdade só Forrest, porque ele era meio deficiente, tinha a coluna torta, usava uns suportes de ferro na perna, por isso não andava direito – ele tenta correr ao máximo que suas pernas permitiam enquanto a menina grita: Corre Forrest, Corre! A vontade de movimentar as pernas para fugir daqueles pestinhas filhos de umas p é tão grande que ele destrói os suportes de ferro, se libertando e indo pro abraço da torcida (Novamente, lendo desse jeito parece uma bela bosta, mas ASSISTAM O FILME, é muito melhor que essa descrição).

Essa parada de “corre Forrest” é levada com ele para sempre, inclusive numa cena que também é muito boa e marcante,- agora vem spoiler ferrado, se não assistiu, deveria ter seguido meu conselho lá em cima para parar de ler, caso não saiba que que é spoiler, sinto muito =D  – quando ele já está lá pelos 30 anos, a mãe dele já morreu, a casa onde cresceu e vive até hoje tá vazia e a Jenny deixou ele mais uma vez (eu disse que era spoiler ferrado). A única reação dele é fazer o que sempre fez de melhor, correr. Ele anda os Estados Unidos inteiro só com as pernas, inspirando vários malucos (no filme e na vida real) a acompanharem ele de uma ponta a outra do país.

Essa parte, pelo menos para mim, é a melhor do filme por mostrar de um modo literal aquele sentimento, aquela vontade de tomar alguma atitude, não ficar parado, ou fazendo algo que não gostamos de fazer por vários dias repetidos (lê-se tambem como “emprego chato”), que as vezes é um sentimento tão desesperado, que queremos só levantar e sair correndo, nos afastar daquilo, sem olhar pra trás.

Essa sensação tem sido recorrente na minha vida nesse último ano e acho que na vida da maioria dos meus amigo e conhecidos que terminaram o colégio junto comigo. Esse ano foi basicamente de decisões difíceis sobre o que faremos do nosso futuro, das nossas vidas. O que é não tão fácil de quando não se tem a menor ideia do que quer fazer realmente, já que até a pouco tempo atrás tinha meus pais e a escola para decidir o que eu ia fazer na próxima semana. Existia uma linha guia que eu seguia que dizia se seria prova, tarefa ou trabalho na segunda; arroz, feijão e filé de frango de jantar, que sumiu completamente da minha e de repente me vi tendo que decidir qual faculdade, qual área de atuação eu iria me especializar para ganhar meu próprio dinheiro durante a minha vida.

Toda disputa interna de tomar uma decisão, mas não saber qual caminho seguir é o que culmina nessa vontade de “sair correndo, seja la para onde for, pouco importa também, eu só não quero mais ficar parado, hashtag partiu”

Se você gostou desse texto, ou não, fique a vontade para comentar e compartilhar com amigos. Se não tiver amigos, corre atrás.

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“Ati e ali”

Antes de começar de fato historinha de hoje, crianças, tenho que deixar claro sobre 2 pequenos problemas: O primeiro é a dificuldade extrema que eu tenho em prestar atenção em qualquer situação. Só para ter ideia, só em escrever esse parágrafo eu já parei 2 vezes (3 agora) de digitar, tentando encontrar palavras que se encaixem bem no texto, e nas duas situações (que agora já subiram pra 4), eu viajei fortemente sobre algo que li nas interwebs da vida e me esqueci completamente sobre o que fazia na vida real (que no caso, era escrever esse texto). A parte engraçada disso é que eu viajo em qualquer situação, EU DISSE “QUALQUER”! Mais para frente entenderão à que nível levo isso.

O segundo problema é na verdade uma mania peculiar, que pode ser facilmente confundida com a de organização, mas na real é bem diferente: Tudo que esteja fora do meu padrão, eu me sinto na obrigação de arrumar e se não puder, vou me contorcer no chão e babar pela boca… Não… mas eu vou ficar ligeiramente MUITO incomodado. Um exemplo:

PORQUE SENHOR

PORQUE? Porque, senhor acentador de piso, você não fez o ladrilho na forma padrão? Porque o Sr eternizou esse pequeno pedaço de agonia no cimento, no piso de uma casa?

Ta vendo, isso me deixa maluco! E antes fosse só com imagens desse tipo. Se algo está errado, qualquer coisinha (sempre são as pequenas COISINHAS), eu ja me sinto mal, meu olho começa a pulsar e eu mato um cachorro atropelado… essa ultima parte foi brincadeira, mas se um dia eu a fizer, já sabe porque.

Posto isso em mesa, podemos começar a história (e você que achou que eu já estava terminando.. pena)

Lá estava a minha pessoa, sentada da forma mais corcunda possível por causa do peso do tédio nas costas, olhando para a tela no notebook, alternando entre Facebook, twitter , youtube, facebook, twitter, youtube, pausa para ter alguma ideia de texto pro blog, facebook, twitter e youtube.

Orei para os deuses me tiraram do marasmo e eles responderam com um cliente. “Ae porra! Finalmente algo pra fa….” pensamento interrompido depois que analisei o sinhôzinho que entrava na loja e me perguntava sobre uma torneira. Quase que de imediato, minha sensação de alivio foi trocada por “ish, isso vai longe!”. E foi…

Para entender o dialogo – quase monólogo – criei algumas legendas que podem ajudar na leitura:

Em negrito -> Minhas falas

(entre parenteses) -> Meus pensamento

Escrita normal -> Velho

-Bom dia!

-Bom dia…………. (então Sr, essa é sua deixa pra me pedir o que quer)

-Então, cê ta precisando de algo? 

-Tava procurando uma torneira……….

-Onde você vai colocar, na pia do banheiro, no tanque?

-Então é (putz la vem a história da vida dele……. Caramba! ele parece o velhinho da Pixar, não pera, todo mundo a partir dos 60 anos parece o velho da pixar..) e ai eu to fazendo esse serviço la pra moça e ela ter uma torneira (ela o que, senhor? Acho que eu to com problema no ouvido) no tante (na onde!? é acho que eu preciso ir num médico de ouvidos, será que existe isso?) pra poder encaixar a mangueira te (MASOQ? não, não sou eu que to ouvindo errado) inclusive ja tem um adaptador.

-Então… (okay, acho que eu meio que entendi mais ou menos, assim, quase que nada) a gente tem essas torneiras aqui.

-Essa vai servir. Nem sei porte (to sacando qualé que é desse Sr) eu peguei esse serviço, mas sabe como é a vida, vou ganhando meu dinheiro fazendo um serviço ati e ali…. 

A próxima hora de dialogo é praticamente irrelevante… O melhor jeito de entender é explicando:

O senhor utiliza de uma habilidade que só velhos podem usar. A habilidade que eu almejo muito, quando também for de idade, falar errado sem se importar. Ele substituía o “qu” por “t”. Não porte não sabia o português correto, tenho certeza te ele sabia muto bem da gramática, não parecia ser burro, muito pelo contrario.

E só de ouvir o jeito “não padrão” dele falar, eu já me contorcia pra corrigi-lo. Reparei até que todas as vezes que eu fala alguma palavra com “qu”, dava uma conotação maior nela, numa tentativa falha em mostrar por senhor como seria o certo de se falar. Minha vontade era de que, ou ele falasse certo (impossível) ou ele fosse embora logo (que também era impossível, já que todo idoso conta a história da vida dele, não importa a situação). Por fim, passei 1 hora do dia ouvindo as facetas dele,  na vida real, mas agonizando e montando todo um background do porque ele falar errado, na minha mente.

Fim dessa história bonita de amor e alegria!

Oi ou algo assim

Oi, tudo bem? Espero que sim… ou não, sei la.. As vezes você gosta de ficar triste ou talvez seja um arqui-inimigo meu e por isso eu te desejo todo o mal do mundo. Não, tô brincando, não quero o seu mal – a não ser que mereça. 

Enfim, meu nome é Carlos Drummond de Andrade.. pelos menos eu queria que fosse. Imagina que legal que ia ser, saber escrever cronicas e contos – as poesias nem tanto, acho todas uma bosta.

E agora quem gosta das poesias dele deve estar se contorcendo e pensando em várias “palavras de ordem” (aprendi este termo com os protestos e só pude usar agora) para me difamar, mas saiba que só falo isso pra provocar. Nunca fui de ler poesias.

3 parágrafos e eu ainda não disse nada com nada… Um pequeno exemplo sobre o que vai ser esse blog.

Meu nome é Pedro, tenho 18 anos e devo estar inserido na internet desde os 6 ou 7. Desde sempre quis fazer alguma coisa legal para a rede mundial de computadores e assim como o Marcelo D2 está a procura da batida perfeita, estou a procura da midia social perfeita. 

Devo ter uns 42,5 blogs do blogspot, 1 conta em cada rede social (menos tumblr, porque né) e um canal mal sucedido no youtube de gameplay (quem nunca!?). Como tudo foi por água baixo, decide-me-ei (isso provavelmente está errado) criar mais um blog, agora no WordPress, porque vai que o que dava azar era o blogger… ou minhas publicações idiotas (sério, são muito idiotas, voltei hoje pra dar uma olhada e GZUZ! era muito ruim).

Acho que o resto dessa história bonita de amor e ódio entre um humano e um sistema de servidores mal feitos você confere – nos próximos episodios – na aba About, que, para os leigos e mais desinformados, é uma palavra derivada do latim Ab(Aba) e Out(Ouch – dor), ou seja, uma aba que faz você sentir toda a minha dor. É isso ai